Clara, a força de uma mulher apaixonada

O Sagrado Feminino está plena expansão, agora através de Santa Clara em ação.
O Planeta inteiro clareou quando a Luz de Santa Clara raiou.
De repente uma calmaria me invadiu e uma voz doce e suave de uma linda Luz emergiu… me perguntou:
“Então queres saber quem é Clara?…
Se queres saber quem é Clara, olhe bem dentro dos teus olhos, pois claro como o Sol é o teu olhar e luminoso é o teu sorriso que ultrapassa as estrelas de tanto brilhar…
Se queres saber quem é Clara, olhe para dentro do seu coração, lá bem onde se encontra toda a clareza da tua intenção.
Se queres saber quem é Clara, saiba que Clara és tu, pois em amor ao Planeta Azul, Clara e tu são apenas UM”
Recebam a Luz Dourada da Iluminação a revelar os seres Divinos que  São!
Eu Sou Clara, manifesto-me através do Raio Dourado da Iluminação Divina, neste instante através de ti.
Adonai
Gratidão em profunda Luz, a amada Mestra Santa Clara, complemento divino de São Francisco de Assis, o Mestre Kuthumi do 2º Raio Dourado da Grande Fraternidade Branca
 
Saiba mais sobre Santa Clara…
Na noite de 19 de março de 1212, dia seguinte à festa de Domingos de Ramos, Clara de Assis, toda adornada, fugiu de casa para unir-se ao grupo de Francisco de Assis na capelinha da Porciúncula que ainda hoje existe. As clarissas do mundo inteiro e toda a família franciscana celebram esta data que significa a fundação da Ordem de Santa Clara.
Clara junto com Francisco – nunca devemos separá-los, pois se haviam prometido, em seu puro amor, que “nunca mais se separariam” – Clara representa uma das figuras mais luminosas da Cristandade, que traz a força do sagrado feminino, movido pelo amor de duas almas gêmeas que se reencontram e se unem na intenção de clarear a Terra .
Com 16 anos de idade, Clara quis conhecer o então já famoso Francisco com cerca de 30 anos. Bona, sua amiga íntima, conta, sob juramento nas atas de canonização, que entre 1210 e 1212 Clara “foi muitas vezes conversar com Francisco, secretamente, para não ser vista pelos parentes e para evitar maledicências”.
Destes dois anos de encontro nasceu grande fascínio um pelo outro. Como comenta um de seus melhores pesquisadores, o suíço Anton Rotzetter em seu livro “Clara de Assis: a primeira mulher franciscana” (Vozes 1994): “neles irrompeu o Eros no seu sentido mais próprio e profundo pois sem o Eros nada existe que tenha valor, nem ciência, nem arte, nem religião, Eros que é a fascinação que impele o ser humano para o outro e que o liberta da prisão de si mesmo”.
Esse Eros fez com que ambos se amassem e se cuidassem mutuamente mas numa transfiguração espiritual que impediu que se fechassem sobre si mesmos, unindo os seus corações na missão em servir a evolução da humanidade.
Francisco afetuosamente a chamava de a “minha Plantinha”. Três paixões cultivaram juntos ao longo de toda vida: a paixão pelo Mestre Jesus, a paixão pelos pobres e a paixão um pelo outro.
Combinaram então a fuga de Clara para unir-se ao seu grupo que queria viver o evangelho puro e simples.
A cena não tem nada a perder em criatividade, ousadia e beleza, das melhores cenas de amor dos grandes romances ou filmes. Como poderia uma jovem rica e bela fugir de casa para se unir a um grupo parecido com aos “hippies” de hoje?
Pois assim devemos representar o movimento inicial de Francisco. Era um grupo de jovens ricos, vivendo em festas e serenatas que resolveram fazer uma opção de total despojamento e rigorosa pobreza nos passos de Jesus pobre.
Não queriam fazer caridade para pobres, mas viver com eles e como eles. E o fizeram num espírito de grande jovialidade, sem sequer criticar a opulenta Igreja dos Papas.
Na noite do dia de 19 de março de 1212, Clara, escondida, fugiu de casa e chegou à Porciúncula. Entre luzes bruxoleantes, Francisco e os companheiros a receberam festivamente. E em sinal de sua incorporação ao grupo, Francisco lhe cortou os belos cabelos louros. Em seguida, Clara foi vestida com as roupas dos pobres, não tingidas, mais um saco que um vestido.
Depois da alegria, das canções dos trovadores franceses que Francisco tanto gostava e das muitas orações, foi levada para dormir no convento das beneditinas a 4 km de Assis. 16 dias após, sua irmã mais nova, Ines, também fugiu e se uniu à irmã.
A família Favarone tentou, até com violência, retirar as filhas. Mas Clara se agarrou às toalhas do altar, mostrou a cabeça raspada e impediu que a levassem. O mesmo destemor mostrou quando o Papa Inocêncio III não quis aprovar o voto de pobreza absoluta. Lutou tanto até que o Papa enfim consentisse. Assim nasceu a Ordem das Clarissas.
Seu corpo intacto depois de 800 anos comprova, uma vez mais, que o amor é mais forte que a morte.
 
Clara escritora
 
Santa Clara foi excelente escritora. Tendo recebido em casa uma formação muito boa para seu tempo, teve o dom de expressar em seus escritos toda a riqueza de seu pensamento claro, conciso, elegante e principalmente entusiasmado por tudo quanto dizia respeito a Deus.
 
O que se conhece de seus escritos revela uma mulher inteligente e culta, que sabe muito bem o que quer e o exprime de maneira muito feliz. Dominava bastante bem o uso do latim, distinguindo-se pela simplicidade, clareza e objetividade.
 
“Falo com minha própria alma”
 
A Alquimia Quântica do Raio Dourado vai ser #demais!!!
Curso presencial, dias 28 e 29 de janeiro em Santa Cruz do Sul/RS
Pré-requisito: Ter realizado o curso presencial ou online Alquimia Quântica da Chama Violeta
1 responder

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.