Conexão Atlântida: Os Xamãs

XAMÃ, “Aquele que enxerga no escuro”. Os os portadores de função espiritual, que podem se transportar para outros mundos, entrar em um estado de expansão e ter acesso e contato telepático com seus aliados (animais, vegetais, minerais).

As entidades que conhecemos como caboclos são considerados xamãs por conseguirem estabelecer esse contato com seres de outras dimensões, da natureza e os espíritos ancestrais, manifestando poderes sobrenaturais, chamando a si e incorporando em si toda energia do Sol, Lua, terra, água, fogo, ar, animais, plantas, vento, ciclos e até de outros planetas etc, o que em contra partida, o torna um profundo conhecedor da natureza humana, física e psíquica.

Este contato que mantém com essas forças, permite a recepção de orientações e ajudas sobrenaturais para resolver ou superar todas as situações difíceis.

Em geral são espíritos de civilizações primitivas, tais como índios: Íncas, Maias, Astecas e afins. Na na antiguidade, foram os espíritos de terras recém formadas e descobertas e formaram sociedades (tribos e aldeias), com perfeita organização estrutural, totalmente conectados com a natureza e conhecem bem tudo que vem da terra, muito embora boa parte dessas tribos sejam de origens das Estrelas, antigos habitantes da velha Atântida, que antes ruice se evadiram levando consigo seus vastos conhecimentos, depois do Antigo Egito e se espalharam pelos continentes, reiniciando suas caminhadas em terras novas, espalhando sua sabedoria milenar.

São guias que nos ensinam a importância de tudo que existe na natureza e a interação com todos os seus reinos para a manipulação de energias de cura e equilíbrio das próprias forças do homem e da natureza.

Possuem grande elevação espiritual e o arquivo de conhecimento que carregam, ultrapassa a nossa concepção na contagem dos tempos. Além de curandeiros, são também guerreiros que que além de nos proteger nas nossas práticas espirituais, realizam missões nos umbrais libertando espíritos e consciências encarnadas do domínio dos irmãos que ainda vibram na escuridão, aprisionando-os e os encaminhando aos lugares mais adequados.

São bastante necessários na hora da abertura de uma terapia de cura e na limpeza energética, pois conseguem acoplar no médium muito facilmente, envolvendo-o com rapidez e total maestria, desimpregnando as energias densas da pessoa e do local.

A “personalidade” de um caboclo se dá pela junção de sua “origem”, “especialidade” e “força da natureza” que o rege. Pela conexão direta com todos os reinos da Mãe Terra, desenvolveram um conhecimento alquímico muito grande para fazer remédios naturais através da manipulação das ervas, dos cristais e das pedras em geral, do barro terapêutico, conhecendo a fórmula secreta, o antídoto contido em cada elemento, para cada doença manifestada no plano físico, bem como manipulação de todo esse conhecimento através nível etérico desses elementos e por conexão mental, podendo trazer a nós a fórmula alquímica específica para acura de determinada doença, apenas ancorando essa energia em nosso nível espiritual, para ser transmitida a energia de cura ao corpo etérico do atendido, ou do próprio terapeuta, se assim necessitar, para a manifestação a nível físico e emocional.

São entidades fortes, viris, conhecidos como “Encantados” e os resultados de seus trabalhos aparecem muito rapidamente.

Nas matas, cachoeiras, praias, rios, montanhas, sempre haverá a presença de um Caboclo, assim como entre as plantas e animais.

Assim são os nossos amigos espirituais, denominados caboclos, estão sempre prontos a auxiliar com todo o seu amor a natureza e conhecimento milenar que só enriquece a nossa alma.

No Alquimia Quântica da Chama Violeta, Mestre Saint Germain nos traz, muitos dos conhecimentos milenares que eram utilizados por vários povos da antiguidade, os quais manipulavam com total maestria a energia dos cristais para ampliar a conexão com todos os reinos da natureza e gerar amplificar energias cósmicas universais para a cura.

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