Mc GUI, BULLYNG COM MENINA – Você pode escolher o ÓDIO ou AMOR

Em toda e qualquer situação, você sempre será chamado a escolher amar ou odiar,  mesmo naqueles fatos que em algum ponto lhe despertam a compaixão, a disseminação do ódio pode ocupar um lugar extremo se a consciência não for chamada a refletir sobre suas próprias emoções, afim de que não sejam instigadas a despertarem somente pelo fato que está sendo mostrado, que por si só pode ser grave, mas também pelo massacre de informações repetidas de forma hipnóticas que são lançadas em sua mente induzindo a despertar sentimentos negativos, como ódio, revolta ou o próprio bullyng a quem cometeu bullyng, e esses sentimentos infelizmente ainda dão mais ibope, sendo que contribuem para a um retrocesso no processo de evolução, fazendo aqueles que consomem as notícias pensarem que estão progredindo, uma vez que não concordam com atos desumanos noticiados e então passam a desejar a externar seus pensamentos sobre o acontecimento em voga, mesmo que seja propagando o ódio, disfarçado em sentimentos nobres de compaixão ou empatia pela vítima.

O assunto principal dos últimos dias nas mídias  é sobre o caso de bullyng cometido por um brasileiro, do movimento funk, contra uma menina dentro de um trem a caminho da Disney em razão da aparência física dela.

E muitas pessoas tem me perguntado qual seria o meu olhar espiritual sobre esse fato, porém decidi externar o meu pensamento quando li na mídia a seguinte frase: “O Brasil parou para odiar o MC Gui”. Nossa, quando li isso confesso que senti um choque no meu coração, o mesmo choque que senti quando vi as imagens no trem.

A verdade é que até a vinculação deste episódio, eu nunca tinha ouvido falar no rapaz, porém agora ele está sendo visto inclusive por um público que não o conhecia antes e isso pode ser uma observação importante para quem estiver disposto a analisar os fatos com um olhar mais profundo, procurando não se deixar levar somente pelas informações que são vinculadas nas redes, as quais são importantes para trazer a informação do que acontece no mundo, mas não são e nem podem ser as únicas quando escolhemos expandir o nosso olhar para um nível mais abrangente das possíveis experiências das almas envolvidas. 

Acredito que em todo o acontecimento há algo a ser aprendido. E procurando não fazer julgamentos, mas de alguma forma julgando, pois julgar é analisar conforme suas próprias percepções,  a atitude do rapaz com relação a aparência da menina, como  também é passível de ser cometida por muitas pessoas, porém cada um no seu jeito de agir, uns mais discretos, outros nem tanto, mesmo sem perceber, pode ter sido motivada pela falta de consciência da própria consciência sobre ele mesmo, neste jogo atual da necessidade de aceitação e alimentação da idolatria que domina muitas mentes.

Todos os níveis de consciência  humana estão em todos os lugares e também estão redes sociais, um lugar virtual onde as mesmas mentes que exaltam, também massacram conforme são induzidas por uma falsa sensação de união em defesa de seus valores, o que também ocorre e sempre ocorreu fora da mídia moderna, porém com menos exposição. 

O fato é que por um lado uma pessoa, pelo cometimento de um ato “inconsciente” despertando uma discordância em massa da sua atitude, está sendo chamado a despertar não somente a ele próprio com relação as suas atitudes, mas a todos que agora estão passando a ouvir o seu nome, bem como  àqueles que o idolatravam, para de alguma forma também possam despertar um pouco mais para os seus processos de evolução, enquanto almas vivendo em uma terra de diversidades em todos os aspectos, como nas aparências, preferências, ou estados de doenças emocionais, mentais e comportamentais a serem curadas, que podem refletir na aparência física ou na forma como se comportam diante da outra que julga ser diferente daquilo que entende como normal. 

Não há mais tempo no processo de evolução humana na terra de vermos qualquer outro como distante de nós,  fato é que todos apresentamos em algum nível do nosso ser, de forma perceptível ou não, algo de diferente ou semelhante, bem como algo a ser curado, a ser tratado e enfrentado, então, não sejamos qualquer um de nós a colocarmos mais lenha na fogueira que internamente e externamente, provavelmente neste momento consome o agente causador de uma ato que está sendo no momento atual a causa da exaltação ao ódio e revolta nas redes sociais em razão da sua atitude, que mesmo reconhecendo ser reprovável, não nos habilita a estaremos propagando as frequências da dor, e sofrimento, assim reprovando a nós mesmos nas lições que a vida nos proporciona, ainda que na aparente condição de expectadores, do contrário, estaremos revivendo e fazendo com o outro o que já fizeram conosco em algum momento do nosso processo de evolução. 

Quanto aos diretamente envolvidos, vítima ou o culpado, em espírito eles se propuseram a viver num mesmo enredo as experiências que vivem hoje, e como vemos, à distância geográfica não impediu o encontro, ainda que tenha sido breve, mas pode despertar as transformações necessárias a ambos que não cabe a nós apontar quais são e de que forma devam ocorrer daqui para frente, o fato é que no interior das suas almas, mesmo que não possamos ver, não poderá mais ser igual como antes para ambos.

O entendimento da necessidade de suas almas neste encontro não é para que fiquemos indiferentes ou insensíveis às experiências, aos sentimentos, ao ato cometido e as dores vividas, muito pelo contrário, é para que possamos perceber as lições que estão a nos trazer, a fim de que observemos mais a nós próprios, aos nossos pensamentos, sentimentos, intenções e atitudes que as situações do nosso cotidiano nos levam a cometer, muitas vezes nem percebidas por nós em relação as pessoas, a nós mesmos ou ao nosso desejo de agradar a massa que compõe os nossos mundos pessoais, para nos mantermos em alta na aprovação dos nossos mais próximos, quiça pela aprovação da grande massa. 

Essa vontade de agradar, conquistar e preservar as conquistas do mundo externo, é impulsionada pelo ego e pode levar a um distanciamento do eu interno e aí, em algum momento o choque à acordar será inevitável, não como um castigo, ou simplesmente para o sofrimento de algum inocente, mas como indução a reflexão global, como um impulso ao despertar em massa para um olhar às condições internas em que vivemos em nossos mundos particulares onde cada um vive  um personagem importante,  nem que esse despertar seja em níveis do inconsciente para em algum momento emergir ao consciente e a mudança na grande massa se manifestar.

Quando vi o vídeo pela primeira vez, chorei de dor ao perceber a dor da menina, como na mesma intensidade chorei de dor ao perceber insciência daquele rapaz sobrepujando consciência humana dele mesmo naquele momento. O que eu via é que a menina estava sendo ferida emocionalmente e tinha a consciência desperta o bastante para ver de onde partia o ataque. Mas, quanto ao rapaz, oh o rapaz… ele estava ferindo não somente a menina, bem como ferindo a si mesmo, rindo como um tolo, ele enganava-se a si mesmo pensando que ria dela, quando na verdade ria dele próprio, da sua inconsciência, despertando o riso de outros tolos também inconscientes. A vontade que me deu foi de colocar os dois no colo, a menina e o rapaz, duas “vítimas” em pontos diferentes dos seus processos de evolução, mesmo sem perceber, servindo de avatares para o nosso despertar.

Para aqueles que buscam trilhar o caminho de desenvolvimento espiritual e pessoal, é importante que entendam que vezes o nível de consciência e discernimento de si mesmo, como muitos outros fatores inerentes ao contexto da vida de cada pessoa, ainda não lhes dão condições de perceber tamanha tolice que podem cometer, pois todo o ato reflete o lugar onde a consciência ou inconsciência da alma se encontra. Sinceramente não vi intensão de maldade naquele garoto, vi tolice mesmo, sustentada por diversos fatores do desenvolvimento da alma dele, o que obviamente não o exime das consequências que terá que experimentar e nem da contribuição para o despertar de outras consciências, uma vez que seu ato está ativando e expandindo o desejo de não fazer igual, despertando o sentimento de compaixão para a com a vítima. Porém, o sentimento de não querer fazer igual ao que viram a vítima sofrer, não pode ser impulso para se perder no sentimento de ódio despertada pelo julgamento da atitude do outro.

O fato é que todos somos LUZ, afinal todos viemos da mesma Fonte de Criação, mesmo os que em alguns momentos nos comportemos como tolos, todos estão contribuindo para alguma aprendizado, alguns só precisam relembrar quem realmente são para mudar o foco de ação e todos nós de alguma forma sempre podemos ajudar a expandir uma nova percepção de toda e qualquer situação. 

Unimo-nos para amar e não para odiar.

Enviemos o mesmo amor e compaixão para todas as partes envolvidas. Só o amor transforma vidas.

Nisete Machado

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